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Especial São Paulo - Rescaldo

Que o governador de São Paulo, Cláudio Lembo, não tem estrutura para administrar o Estado, todos já perceberam. Mas quando o caos e o pânico vão ser superados já é mais difícil de responder. Como referiu Vinícius Mota, na sua coluna na Folha de S. Paulo, faltou uma voz de comando poderosa para enfrentar o PCC e a crise.

Não vou nem comentar o fato de termos dois políticos que não foram a "primeira fila" na candidatura à Prefeitura e ao Governo do Estado. Gilberto Kassab e Cláudio Lembo são dois pefelistas que receberam o poder no seu colo e agora ganharam um abacaxi de bônus. Normalmente, em ocasiões como essa, descobrirmos novos políticos que, por caciquismo das velhas figuras, dificilmente têm a oportunidade de dar as caras. Kassab e Lembo desperdiçaram a chance.

O medo venceu em São Paulo. Numa época de globalização e agilidade de informação, o boato foi mais forte. As rádios e televisões faziam a sua parte, explicando o que podiam, mas pela Internet abundava o falso dito e o não-dito. O "achômetro" foi o destaque dos últimos dias na capital paulista, ocupando o vazio deixado pelas "não-declarações" do governador Lembo. Escolas fechadas, comércio fechado, toques de recolher informais, o que por si só já é um absurdo.

As declarações do comandante da Polícia de São Paulo foram a única palavra de ordem no meio disso tudo. Em grandes desastres e tragédias mundiais, as figuras de união foram os líderes, justamente o que faltou na crise paulista. Cláudio Lembo recusou a ajuda federal - não sei se por motivos políticos ou de orgulho pessoal - mas com certeza não foi para evitar o pânico, porque este ja estava instaurado.

O que é pior são as notícias de que o governo estadual estaria negociando com os líderes e com os advogados(!) do PCC. Sinceramente fico com a impressão que o Estado quer recolher sozinho os louros de um possível sucesso da negociação com o Primeiro Comando da Capital. No entanto, se quer ter o sucesso, tem que saber reconhecer o fracasso.

Cenas dos próximos capítulos: Como tirar dividendos do caos.



Escrito por Marcelo Paes às 03h29
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Especial São Paulo - II

Nilton Fukuda/Folha Imagem



Escrito por Marcelo Paes às 18h46
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Especial São Paulo - I

Fernando Donasci/Folha Imagem



Escrito por Marcelo Paes às 18h36
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Brasil campeão no ar

A Red Bull organizou o campeonato do mundo de aviões de papel. A iniciativa reuniu participantes de 49 países nos dias 5 e 6 de Maio, num hangar do aeroporto de Salzburgo na Áustria. Os "pilotos" concorrem em três categorias distintas: o lançamento mais longo em distância, o vôo mais longo em tempo e o vôo mais acrobático. Os pilotos de plantão podem consultar o site Les Avion en Papier, que está em francês, um pouco confuso, mas que ensina a fazer os diversos tipos de avião e como lançá-los da melhor forma. Os detentores dos recordes mundiais, como não podia deixar de ser, são os americanos, com os seguintes números, que são impressionantes: Ken Blackburn ficou com o avião no ar por 27,6 segundos e Toni Flesch que atingiu 58 metros no seu vôo fantástico - tanto os irmãos Wright, como Santos-Dumont voaram a mesma distância nos seus respectivos vôos inaugurais.

O Brasil conseguiu fazer bonito no campeonato. O paulista Diniz Nunes foi o primeiro colocado na categoria por ter deixado o seu avião no ar por 11,5 segundos, um décimo a mais do que o "atleta" de El Salvador. "Nunca imaginei que um simples aviãozinho de papel me faria ganhar um campeonato", referiu.

Outro brasileiro teve uma medalha de bronze na categoria de acrobacias aéreas. O baiano Rodrigo Miyamoto disse que o segredo é "conhecer as leis da física" e os conhecimentos de origami que tem desde criança. O primeiro prêmio é o sonho de muitos pilotos de papel: viajar num avião de guerra de verdade.



Escrito por Marcelo Paes às 00h23
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Mini ferias

O Blog do Celinho entra num curto periodo de ferias de uma semana. No dia 10 as boas noticias estao de volta neste mesmo local. Boas leituras e até semana que vem!

Escrito por Marcelo Paes às 21h14
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Pequeno Garoto em abstinência alimentar

O Brasil, que "quase" não tem reality shows, ganhou mais um na última semana. Anthony Garotinho resolveu fazer greve de fome para protestar contra o tratamento que tem recebido da "grande imprensa" e pede, imaginem, que a Organização dos Estados Americanos (OEA) mande representantes e observadores para fiscalizar o ato eleitoral do país, alegando que os o sufrágio brasileiro é corrompido e injusto.

Falar que o ato eleitoral que Garotinho acusa é o mesmo que elegeu o próprio grevista e a sua mulher, Rosinha, seria chover no molhado. Dizer que seria impensável que um político, supostamente sério, entrasse em greve de fome por, tal como um garotinho, não ver a sua vontade satisfeita, parece ser também óbvio. Solicitar espaço na "grande mídia", que nunca esteve fechada para ele é o último cartucho de quem está cometendo o seu suicídio político. Inimizades dentro do PMDB, na oposição, na opinião pública e na própria classe política é o resultado da decisão inédita do ex-governador do Rio de Janeiro. Quando escrevi sobre o texto da Veja na última sexta-feira nunca iria imaginar que o "Gandhi do RJ" iria resolver oferecer o seu corpo em nome da ética política.

Agora, diariamente, somos obrigados a saber que o balofo garoto perdeu 700 gramas, tem batidas do coração normais (quem não teria depois de apenas algumas horas sem comer?) e está lúcido. Essa última parte é a mais questionável, e só me pergunto até quando o comum e pobre cidadão brasileiro - que não escolhe quando vai fazer greve de fome, sendo que muitos estão em greve involuntária - vai continuar na sua pacata lucidez observando este ato absurdo e de tamanha irrealidade.

Se hoje todos riem de Garotinho, não é pela sua opção religiosa ou moral, mas sim pelas suas atitudes políticas e éticas, que há muito já deveriam ter sido questionadas pelo populismo barato e inútil. O futuro ex-candidato, ou o ex-futuro candidato à Presidência da República tem todo o tempo e espaço do mundo para dar as suas explicações. Eu vou esperar por elas sentado na mesa de um bar com uma cervejinha e uma porção de provolone e tomate seco.



Escrito por Marcelo Paes às 01h05
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Filho de peixe...

É frustrante ver um texto, que demorou quase meia hora para ser escrito, desaparecer num piscar de olhos. Queria que o resultado dessa meia hora de trabalho estivesse estampado aqui nessa página da Internet, mas alguma coisa que não sei explicar foi responsável por uma página em branco e alguns palavrões misturados.

Como o tema de hoje é esporte, pretendia fazer uma analogia com o sucesso de Bruno Senna na Europa e as inevitáveis comparações com o seu tio Ayrton. Falei que o mesmo acontecia com o colega de profissão, Nelsinho Piquet e com muitos outros profissionais, em modalidades distintas, como o futebol. Dei o exemplo de Edinho, filho de Pelé, que tomou uma decisão polêmica ao decidir ser goleiro e outras decisões mais polêmicas em relação à sua própria vida.

Por outro lado, os pais tomam atitides distintas. Alguns observam a carreira dos filhos como um prolongamento da própria vida e dos sucessos que não obtiveram. Outros afastam a pressão da cabeça dos filhos e querem apenas a sua proteção. Daria o exemplo de que nem sempre filho de peixe peixinho é, falando do atual campeão de futebol inglês, Chelsea e o seu técnico, José Mourinho, que é um genial profisisonal, mas foi um péssimo jogador e filho de um goleiro medíocre. O talento também prega as suas peças.

Para deixar o meu ponto de vista ainda mais claro, citei o exemplo de Raí e do seu irmão mais velho, Sócrates. Numa entrevista à revista Isto É, Raí foge à comparações com o irmão mais velho, dizendo que "Sócrates era um ídolo dentro de casa e me motivou a ser jogador de futebol. Sócrates era genial, craque. Eu fui atleta. Ganhei mais títulos, mas ele foi melhor jogador. Sócrates era fora de série".

É comum alguém ser apresentado como "Fulano, irmão de Beltrano", ao invés de apenas: "Este é Fulano. Ele joga futebol". Aliás, Raí só deixou o estigma de ser irmão de Sócrates quando começou a ter sucesso no São Paulo e quando foi campeão do Mundo; para as gerações mais novas o Sócrates é que poderia ser apresentado como irmão do Raí. Ironia do destino e do talento.

Talento esse que não é herdado, ao contrário do que muita gente pensa e principalmente quer. Filho de craque não é craque. Irmão de campeão não é campeão. Sobrinho de recordista não é recordista. Apesar de poder ser. O que um filho/sobrinho/irmão recebe do seu ascendente é apenas a inspiração de querer ser. O resto ele traz dentro de si e pode, ou não, vir à tona.



Escrito por Marcelo Paes às 22h18
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Fala Garoto!

A Veja publicou esta semana na sua reportagem de capa uma reportagem intitulada Os Sete Pecados Capitais da Política, em que coloca o ex-governador do Rio de Janeiro e possível-futuro-provável candidato a Presidência da República, Anthony Garotinho, como um diabinho com chifres e rabo. Numa matéria longa e de investigação, a revista escreve sobre as influências e esquemas do ex-governador do Rio durante a sua pré-campanha pelo PMDB.

Envolvido numa lama densa de amizades suspeitas, aluguéis de jatinhos de empresas que não sabem quando nem como os aviões foram alugados e dinheiro vindo de empresas e ONG's que faturaram verbas opriundas do cofre público, Garotinho diz que vai devolver o dinheiro, ao mesmo tempo que acusa Lula e Dirceu de fazerem o mesmo e não devolverem o dinheiro que, segundo ele serviu de favorecimento para o filho de Lula na Telemar.

Apesar de utilizar a reportagem para queimar o cartucho político de Garotinho - como se algo restasse a ser queimado ainda - que significa 15% de intenções de voto nas últimas pesquisas, a Veja analisa o que Garotinho tem para dar ao país em relação aos outros candidatos já mais ou menos conhecidos. Por sua vez, Anthony Garotinho critica a forma como tem sido tratado pela imprensa, ataca as organizações Globo (um alvo recorrente dos políticos), o presidente Lula (um alvo recorrente da oposição) e se defende como pode. De acordo com o Estado de São Paulo, "Garotinho afirmou que a decisão de devolver os R$ 650 mil arrecadados para sua pré-campanha deve-se a uma questão puramente ética, já que - segundo ele - o processo foi regular, legal e colocado na Internet para a população acompanhar".

Usar o argumento de que foi "meramente" uma questão ética é como dizer que um jornalista não revela as suas fontes por uma questão "meramente" ética. Não há "meramente" na ética, como não há "mais ou menos" na lei ou "mais ou menos" na gravidez. Nas últimas semanas, Garotinho vem sendo acusado por diversas irregularidades e as notícias foram publicadas em meios de comunicação como a Folha de São Paulo, O Globo, Veja, entre outros. O discurso de vítima e de perseguição e chantagem política - apesar de às vezes fazer sentido - nesse caso é descabido e populista.

Com metade da classe política esperando a decisão do PMDB - que pode influenciar os resultados das pesquisas nos próximos meses - , o país senta novamente na platéia de uma sala de julgamentos para dar o seu veredito sobre o ex-governador do RJ.



Escrito por Marcelo Paes às 15h53
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Ai Jesus!

A polêmica em relação à obra de Márcia X, Desenhando com Terços, recebeu mais força depois das declarações do ministro da Cultura do Brasil, Gilberto Gil, que criticou a forma como o Banco do Brasil lidou com o caso, usando, inclusive, a palavra "censura". Na opinião de Gilberto Gil, a Constituição Brasileira prevê a livre "expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação" sem nenhum tipo de censura ou licença. Recorde-se que a peça de Márcia X é formada por dois terços que, cruzados, têm a forma de dois pênis. A mostra Erótica - Os Sentidos da Arte está em exposição no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro e já não conta com a obra de Márcia X, já que a peça foi retirada pela direção do Banco do Brasil, que diz ter recebido muitas reclamações sobre a mesma.

Outra versão aponta para a ameaça de encerramento de 700 contas no Banco do Brasil, pertencentes à membros da organização católica Opus Christi.

Não acredito que uma organização como o Banco do Brasil tenha cedido à ameaças de apenas 700 pessoas, mesmo que as mesmas tenham contas avultadas na instituição bancária. Prefiro pensar que se trata de mais um caso de má gestão de bens culturais, no caso, geridos por uma instituição privada, o Banco do Brasil. É interressante saber que empresas particulares, que funcionam como verdadeiros mecenas dos tempos modernos e que permitem a realização de diversas atividades culturais, sejam as mesmas empresas a vetar uma coisa tão simples e menor como é o caso dos terços de Márcia X.

Isso me lembra o caso de algumas redes de supermercados portuguesas que "censuraram" o livro de João Ubaldo Ribeiro, A Casa dos Budas Ditosos, no final da década de 90. O argumento das grandes superfícies foi que a obra "ofende a moral pública", embora as mesmas tenham dito que o motivo foi meramente comercial. Difícil de acreditar quando o livro vendia como água no Brasil e prometia continuar o sucesso em terras lusas. Uma responsável por uma das redes de hipermercados afirmou o seguinte: "É natural que o argumento moral possa ter sido invocado. Mas não temos de dar nenhuma justificação para o exterior. O editor pode dizer o que quiser: a questão da censura não se coloca em relação a uma entidade privada como a nossa. Compramos os livros que queremos, de acordo com a política definida para todos os produtos. O livro é como outro produto qualquer".

Por sua vez, João Ubaldo Ribeiro, com a sua habitual calma, defendeu a sua dama sem entrar em polêmicas. "Eu não me importo que digam que é pornográfico. Posso não gostar. Mas quem tem boca diz o que quer. Eu escrevi o que quis. Os leitores que decidam", referiu.

O resultado da polêmica foi o aumento exponencial das vendas do livro - nas livrarias - e uma certa imagem de moralismo retrógrado atrelada às redes de supermercados, coisa pouco usual para quem tem a dimensão das lojas comerciais em questão.

Não questiono o valor ou a pertinência da obra de Márcia X, aliás, isso nem vem ao caso. O que transparece nos dois casos, com as devidas diferenças, é a total falta de preparo de certos administradores para lidar com a cultura ou bens culturais. Não estranhem se Márcia X, numa futura exposição - quer seja de terços, crucifixos ou vasos sanitários - consiga ainda mais público. É assim que as coisas funcionam.



Escrito por Marcelo Paes às 11h22
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Quando estamos perto demais

Quando o reator número 4 da usina de Chernobyl começou a pegar fogo, eu tinha acabado de completar oito anos. Não tinha muita noção do que tinha acontecido, mas sabia que era grave e que mexia com a vida de milhares de pessoas. Mas a palavra radioatividade já assustava como um gigante "não" que piscava em tons de vermelho na imaginação coletiva. Não me lembro do que senti quando ouvi pela primeira vez o desastre de Chernobyl, nem da explosão da Challenger, mas o que sei é que nunca mais esqueci.

Vinte anos depois, a localidade continua semi-deserta, com todas as condições de segurança e credibilidade que uma localidade pertencente à ex-URSS pode proporcionar. Postos de controle com suposta segurança máxima vigiam as entradas na zona restrita, junto à usina nuclear. Um guia munido de um medidor de radiação acompanha os jornalistas que desejam entrar na área exclusiva. Pelo caminho, algumas pessoas resolveram voltar à velha casa. Morrer onde nasceram é, para alguns, uma questão de dignidade.

Viktor Bryukhanov, director da usina de Chernobyl na época do acidente diz que o mundo nada aprendeu com o desastre. Depois de cumprir dez anos de prisão pela negligência na administração da estrutura, Bryukhanov acusa a indústria da energia nuclear de querer usá-lo como bode expiatório de graves problemas de projeto e de modo de lidar com aquele meio de energia alternativo.

Um bilhão de euros é o custo inicial do sarcófago definitivo que pretende ser a maior estrutura móvel do mundo. A "tampa" de concreto e aço deve deslizar sobre o reator, cobrindo e protegendo a estrutura da contaminação do ar e dos animais. Atualmente, centenas de trabalhadores frequentam a zona da usina com o objetivo de impedir que o anterior sarcófago seja destruído pela erosão e desgaste do tempo.

O tema ainda me assusta e ao mesmo tempo fascina. Saber que uma energia que o homem controla, pode sair do controle e simplesmente provocar uma fuga em massa me lembra uma criança que brinca com a gasolina perto do fogo e de repente tem uma explosão e ela sai correndo para a casa dos pais. Numa época em que o petróleo está na barreira dos 75 dólares, com força para subir ainda mais - principalmente sob os rumores de invasão do Irã pelos Estados Unidos - a energia nuclear retoma as capas dos jornais.

Chernobyl foi um aglomerado de falhas. Humanas dos funcionários da usina, humana dos políticos que não souberam controlar a crise, humana dos projetistas da usina, somada à possíveis falhas técnicas que sempre ocorrem quando existe uma máquina no meio de tudo. Vinte anos depois, resta saber se, já que é tão humano gostar do risco de brincar com a gasolina perto da fogueira, não estamos colocando o combustível - mais uma vez- muito perto das chamas.



Escrito por Marcelo Paes às 16h52
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Introdução

Como a veia jornalística não sai de mim, resolvi criar outro blog, além do Prosaico 20mg, para matar a minha fome constante por novidade e realidade, mas ao mesmo tempo dando uma dose pessoal aos textos, já que opinião é que nem mãe, todo mundo tem uma.
Sei que a Internet está repleta de pessoas com pseudo-opiniões e outras pessoas, tão escassas quanto inteligentes, com opiniões fundamentadas e sérias. Para facilitar o meu trabalho e a leitura de todos, resolvi dividir a semana em cinco dias - porque sábado e domingo estou de folga (sou jornalista, mas o blog é meu, ok?), para retomar na segunda com mais novidades. Na segunda, o tema é esporte, para começar a semana sem muita seriedade, mas com alguma substância. Na terça, tudo que diga respeito ao Brasil, estará lá; na quarta, Mundo, ou seja, tudo menos brasilidades. Na quinta-feira, chega uma das minhas paixões, Cultura - que pode ser de qualquer parte do mundo. Na sexta, e porque todo mundo já sai do escritório mais cedo, retomo um tema da semana ou algo que nao tenha entrado nos quatro dias anteriores.
Espero que o formato e a ideia agrade a quem já lê o Prosaico e que os dois blogs sejam como um ônibus que leve e traga pessoas de ambos os espaços. O formato ainda tem muito para amadurecer, mas essa é apenas a primeira pedra. Vamos ver o que vai dar.


Escrito por Marcelo Paes às 17h03
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